Prémio Kaizen Lean distingue produtividade e eficiência da CORTICEIRA AMORIM

2012-04-18


A Unidade Industrial Raro da Amorim & Irmãos, empresa do universo da CORTICEIRA AMORIM, venceu na categoria “Excelência na Produtividade” a 1º edição do Prémio Kaizen Lean, do Kaizen Institute, pela melhoria do desempenho e pelo aumento de eficiência na produção de rolhas de cortiça capsuladas.

A cerimónia de entrega de prémios decorrerá amanhã, dia 19 de Abril, pelas 15h, na Fundação Cupertino de Miranda, no Porto, com a presença de Masaaki Imai, fundador do Kaizen Institute e criador do método Kaizen.

O início da colaboração da Raro com o Instituto Kaizen remonta a 2007, ano em que a Empresa iniciou um projecto de Total Flow Management, uma metodologia de melhoria de produtividade, suportada por inúmeras ferramentas, como por exemplo o método 5S. A Unidade Industrial Raro foi distinguida após um processo recente de auscultação à Empresa, pelo sucesso na aplicação dos resultados deste programa e pelo cumprimento até aos dias de hoje das medidas consideradas prioritárias para o seu bom desempenho. O Prémio Kaizen distingue empresas que primam por uma cultura enraizada de melhoria contínua e pelo aumento de eficiência.

“Esta distinção honra-nos muito e demonstra a importância da aposta da CORTICEIRA AMORIM na melhoria contínua, na inovação de processos e na formação dos seus Colaboradores, como forma de assegurar um desempenho competitivo, sustentável e de excelência. A ênfase na melhoria contínua é um factor crítico do sucesso da Empresa, sendo para isso fundamental ter Quadros qualificados e motivados para inovar e, simultaneamente, cumprir os objectivos operacionais mais exigentes do dia-a-dia.”, realça Victor Ribeiro, CEO da Amorim & Irmãos.

A CORTICEIRA AMORIM implementa, desde 2007 e de forma transversal a todas as Unidades de Negócios, os programas de eficiência operacional Lean e Kaizen, alocando anualmente uma média de cerca de 3 000 horas de formação.

No total, a Empresa registou, em 2011, 38 786 horas de formação, assinalando um aumento médio de 2,1 horas de formação por Colaborador. Esta aposta tem sido contínua, tendo-se verificado em 2009 um volume de formação total de aproximadamente 50 000 horas de formação. Pretende-se, por esta via, assegurar respostas adequadas em termos de qualidade, prazos e produtividade, face às exigências da actividade operacional.